blogger bleed my body because I love you ... a murderous desire for love



bleed my body because I love you







Melody. 09/10/87.
16, clumsy and shy - that's the story of my life.

música. música, música, música. minhas pessoas. meus filmes. meus livros. minhas roupas.

anos 60. arquivo X. the beach boys. eyeliner. coca-cola. ufologia. combat boots. inglaterra. palavrões. ets. chuva. dormir. algo que eu não sei exatamente o que é, mas que faz toda a diferença.

bleed my body existe desde 15/4/2004. e contando.


***

[*] [*r.i.p.] [*] [*r.i.p] [*] [*r.i.p.] [*] [*] [*] [*r.i.p.] [*] [*] [*] [*r.i.p.] [*] [*] [*]

&





I wanna write myself on the walls of your heart * @ * livejournal. * hateblog * arquivos



uy.

http://nohotchicks.blogger.com.br

stay beautiful.





(ok, você venceu: batata frita)

Nasci: são paulo, sp
Moro: mesmo lugar
Signo: libra, mas foda-se. não sou metódica, não sou ambiciosa e muito menos confiável
Estudos: crb
Obsessão: ficar magra, ser aceita, essas imbecilidades
Coleção: frustrações. ok, já teve papel de carta, adesivos...
O que te deixa triste: lista muito grande e nada interessante
O que te faz feliz: lista muito grande e nada interessante
Último filme: a estranha família de igby
Fashion Icon: preferi não traduzir essa porque tive medo do que seria a tradução. aliás, acho que tenho medo da resposta, também
Última peça de roupa que comprou: long time ago. can't remember
Melhor festa: todas num passado remoto.
O que você nunca esquece: sou daquelas "esqueceria a cabeça se não estive grudada e blablablá"
Sempre esquece: qual é mesmo a pergunta?
Super herói: heróis não existem
Vilão: sei lá... minha mãe?
Quem interpretaria você num filme: j-lo. o tamanho da bunda é o mesmo. a falta de talento também.
Objeto de desejo: nada de muito grandioso ou caro
O que você está ouvindo: uma reunião de negócios na sala ao lado.
O que te inspira: nada, ou quem sabe o tédio
Melhores férias: uy.
What are you reading: um conto de duas cidades, charles dickens e o apanhador no campo de centeio, jd sallinger
Noite ou dia: a noite só serve pra dormir
Comida do inferno: se isso significar comida ruim, ou então a que deve ser fabricada no inferno, então é japonesa


é isso. fim. tchau. esse blog não cabe mais.
logo logo eu volto, num blog com cara-de-boa-menina. peçam o endereço por email msn icq ao vivo ou sinais de fumaça.
(o:
nunca se esqueçam que eu não me importo.





Cheguei sem fazer muito barulho e carregava a sandália salto 12 numa mão. Meu cabelo tinha o cheiro típico de lugares como aquele, meus cílios duros e meu delineador borrado só revelavam que passei a noite acordada e, talvez só para provocar, eu segurava uma lata de cerveja na outra mão. Minha meia calça arrastão já havia se enroscado em tudo que é lugar (mas seus rasgos e furos eram o seu - e o meu - charme). Tenho certeza que foi por causa deles que você se aproximou de mim, roubou meus beijos, nossos segredos, uns cigarros e resolveu me deixar aqui em casa.

Mas você não acabou com meu maço. Ainda tenho mais dois cigarros para fumar, e vou fazer isso agora mesmo, antes de dormir. Pensando na minha meia calça glamourosa e não na sua conversa vagabunda.






oi, eu sou caipira mesmo, sou fã de r.e.m, é o fim do mundo e eu estou legal.


i need to stop bitching about everything.
i need to go out with my friends.
and i need to stop bitching about everything.
it's hard to see me in an evil mood.
maybe something is wrong.
maybe i'm tired of being alone.
i'm tired of being cheerful all the time just because tomorrow will be better.
TOMORROW*MY*ASS.
who knows what will happen tomorrow. maybe i'll be sleeping forever.
and i need to stop bitching about everything.
and if i wake up, i'll go out with my friends.
and I might have fun.
i said i MIGHT have fun.

nem é que nada esteja acontecendo. preguiça. às vezes me pergunto o propósito de ter um blog. acho que vou voltar a escrever como se escrevesse pra mim mesma e só. provavelmente sem comments. eu sempre achei que blogar era muito mais saudável antes de os comentários existirem (eu sou dessa época, alguém aí lembra?). não havia nada do tipo "adoreeeeei o seu blog, se tiver um tempinho visita o meu?". a gente escrevia para as paredes e havia quem gostasse. não tínhamos como saber quem nos visitava ou não, e isso era ótimo. fazíamos amizade com as pessoas na web por afinidade, e não apenas porque elas visitavam nossos sites. quem queria mesmo dizer algo relevante, não se importava de mandar e-mail. quando noto que pessoas redigem comentários padrão do tipo "oi, amiga! teu blog tá lindo. estou passando para te desejar uma ótima semana... beijos!" e o colam em 200 blogs diferentes, OU quando flagro frases como "ah, ele é até legal, mas não visita meu blog e nem comenta no meu fotolog..." volto a me perguntar a sério qual é a porra do sentido da vida.


(e agora o superestimado texto sobre apesar-de-tudo-viver-vale-a-pena, idéia roubada da aninha na maior cara-de-pau *como se eu me importasse*; enjoy)

eu lembro.
eu acredito.

eu acredito em risadas altas, eu acredito em música, nas minhas músicas, nas pessoas que gostam das mesmas músicas que eu, eu acredito no egoísmo, eu acredito em ódio, eu acredito no amor todo santo dia da minha vida, eu acredito duvidando, eu acredito igual criança também, acreditando, eu acredito quando sinto alguma coisa aqui dentro me pedindo pra acreditar muito forte, eu acredito em palavras, eu acredito em cartas de amor, eu acredito em declarações feitas em guardanapos de papel, eu acredito em perdas, eu acredito em tempo, eu acredito em algumas pessoas, eu acredito quando olho nos olhos, eu acredito que olhos não mentem, eu acredito em tédio, eu acredito em putaria, eu acredito em amizade, eu acredito em alicerces e bases, eu acredito em tesão sem fim à primeira-vista, eu acredito em respeito, eu acredito em tudo que é intenso, eu acredito em dor, eu acredito em tudo com que se pode aprender, eu acredito que existem coisas que a gente nunca aprende, eu acredito em tudo que é verdade e força, eu acredito em arco-íris e sóis e horizontes, eu acredito de verdade quando eu acredito, eu acredito muito, eu acredito em pores-de-sol-cor-de-laranja, eu acredito em abraços apertados, eu acredito em cerveja, eu acredito em trabalho, eu acredito em dinheiro, eu acredito em sonho, eu acredito em mérito, eu acredito em dom, em voz, em língua, em lágrima, em surto, eu acredito em tudo principalmente às sextas-feiras.

(trecho inspirado na música "i believe", r.e.m.)

eu me lembro de escadarias, de esquinas tortas, eu me lembro de ficar rodando na rua até ficar tonta e cair no chão, eu me lembro de um dia que eu chorei dentro de um ônibus, eu me lembro de uma coisa grande que eu perdi num novembro remoto, eu me lembro de acordar cedo e ter gostado da cor do céu, eu me lembro de ter pulado o muro da escola, eu me lembro do meu gato que sumiu, eu me lembro de ter matado muita aula, eu me lembro de um dia em que bebi demais, eu me lembro de coisas que eu queria esquecer, eu me lembro de tudo que eu quero guardar pra sempre, eu me lembro de uma música evangélica que eu cantava lá no colégio do mal, eu me lembro de ter cortado meu próprio cabelo todo torto, eu me lembro de ter esquecido um estojo cheio de canetas lindas no colégio, eu me lembro do meu aniversário de 16 anos, eu me lembro da onda que me arrastou, eu me lembro de quando minha irmã era da minha altura, eu me lembro do minha irmã chegando da maternidade, eu me lembro do meu natal mais feliz, eu me lembro da cara do garoto que me assaltou, eu me lembro daquele dia no parquinho, eu me lembro quando me mudei para essa casa, eu me lembro de revirar as gavetas, eu me lembro da minha melissinha cor-de-rosa, eu me lembro do dia em que aprendi a falar palavrão, eu me lembro de ter plantado uma flor, eu me lembro de ter enterrado o passarinho que caiu morto no quintal da minha vó, eu me lembro do pé de amora, eu me lembro do guarujá, eu me lembro daquela tempestade no clube, eu me lembro de quando eu acreditava em deus, eu me lembro do meu professor de português da quinta série, eu me lembro de curitiba, eu me lembro do dia em que eu quase engoli uma tampinha de garrafa, eu me lembro de ter passado mal de tanto rir, eu me lembro de ter passado mal de tanto chorar, eu me lembro da minha antiga vida, eu me lembro de ter fumado escondido, eu me lembro de ter visto brian wilson na minha frente, eu me lembro do melhor outono da minha vida, eu me lembro de todas as minhas pessoas, eu me lembro de todos os meus medos, eu me lembro da vez em que caí e ferrei o joelho pra sempre, eu me lembro de tudo, principalmente às sextas feiras.

(trecho inspirado na música "i remember california", r.e.m.)






should she really say goodbye?
so happy and so young
and I stare... but...
I can't find myself
I can't find myself
I got lost in someone else.

aham. fiquei sem internet, agora voltei, mesmo que eu não consiga acessar meu próprio blog.

a verdade é que ponderando sobre todos os fatos, eu perdi o controle. sobre tudo. minha vida. (minha?) meus pensamentos. meu gosto. eu só precisava de alguém pra me dar um tapa na cara e me obrigar a segurar as rédeas. eu preciso de um tapa na cara e isso é uma metáfora, caso vocês não tenham notado.

meu msn se recusa a cooperar. meu norton idem. meu cérebro, então. desistiu por completo de tentar trabalhar a meu favor.

aquele post aí embaixo saiu em itálico e não era pra ser, mas eu não posso corrigir. itálico de verdade é o que eu vou escrever agora, que eu copiei de uma garota que copiou não sei de onde.

"as pessoas que se aceitam estão sempre prontas a receber amor e elogios. se me aceito de verdade e gosto de ser eu mesmo, vou achar natural que os outros também me amem. vou ser capaz de receber seu amor com gratidão. não vou dizer pra mim, secretamente: 'SE VOCÊ ME CONHECESSE DE VERDADE, NÃO GOSTARIA DE MIM'. também vou ser capaz de aceitar e assimilar comentários favoráveis e elogios. vou me sentir confortável com esses cumprimentos, sem desconfiar dos motivos pelos quais alguém me cumprimenta: 'O QUE VOCÊ QUER DIZER COM ISTO?' ou 'O QUE VOCÊ QUER DE MIM?'. não vou dizer para mim mesmo: 'É CLARO QUE ELE NÃO ESTÁ FALANDO SÉRIO'."

mas é que eu queria acreditar que sou gostável, sim. e não meramente comível.

antes eu achava que precisava encarar a realidade, por mais feia e grotesca e desagradável que ela pudesse parecer. e que não fazia o menor sentido eu ficar me forçando a acreditar que era linda, bacana, ou qualquer coisa do tipo. que isso seria mentir para mim mesma.

agora...
eu quero mentir.
eu quero mentiras.

"sorevete tem leite. leite tem cálcio e cálcio faz bem pros ossos e no final tudo fica bem." sim, eu acabei de dizer isso.

o pior de tudo é aquela escola que mata tudo. toda nossa vontade de querer fazer algo. mata nosso espírito. o que restava dele. mata todo o nada que tinha sobrado.

e eu não consigo parar de cantar aquela música do pulp. que merda de música perfeita.

what is this feeling called love?
why me, why you, why here and why now?
it doesn't make no sense
it's not convenient
it doesn't fit my plans
but i've got that taste in my mouth again.

eu quero escrever, mas é complicado chegar aqui e simplesmente. escrever.

[história fictícia]
quando eu tinha uns oito anos de idade, eu gostava de andar de bicicleta. como a maioria das crianças dessa idade. mas eu... eu me jogava da bicicleta no chão, para me acostumar à dor. para que não fosse tão ruim quando eu caísse de verdade.

sempre sofrendo de antemão.

e agora eu não tenho nenhum motivo concreto pra estar nesse bode maldito. ainda assim, não consigo evitar.

i am a poor freezingly cold soul. so far from where i intended to go.


[história fictíca #2]
mesmo levando a dor e aquela mágoa, mas segurando a sua mão, sentiu sorrir seu coração e amou-o como nunca havia amado.
e viveram felizes para sempre, estavam livres da perfeição que só fazia estragos.


(if you're an explosion, i won't search for shelter.
if you're the sun, i'll sit here and swelter.
if you're the moon, i'll stay up all night.
if you're a ghost, i'll be haunted for all life.

and if you should ever leave me, i will crumble. that's just the way i am, i hope you never leave me, let's just say that i will crumble.)

hoje choveu tanto e foi tão lindo. fazia tempo que não chovia tanto assim e fazia tempo que eu não falava sobre a chuva ser linda e perfeita. eu voltei àquela fase. misantropia aumentando. eu evitando diálogos e odiando gente. e amando chuva. pessoas se curvam para pôres-do-sol. eu venero dias chuvosos.

liebeskrank.
lovesick.

às vezes eu acho que pensar e viver são duas coisas um tanto... incompatíveis. porque eu penso tanto que deixo de viver.

***

chega de divagações e vamos ao mau-humor sério.

se tem algo que não gosto em mim é o fato de às vezes me importar com a opinião dos outros. devo botar a modéstia de lado, no entanto, e admitir que quase nunca me importo. sou boa nisso. não sou ingênua (ou ególatra) a ponto de dizer que "palavras são apenas palavras, nada mais". algumas machucam, e muito. mas também não sou ingênua (ou ególatra) a ponto de achar que as pessoas não têm o direito de dar a sua opinião se ela for diferente da minha. opiniões não passam de opiniões, podem ser uma hoje e outra bem diferente amanhã. a gente pode e deve se manter fiel a elas, pelo tempo que durarem; mas sem atacar ou isolar quem eventualmente discorda.

teoria: imagine que lurdinha e a sua prima mariazinha detestam a cidinha. passam horas falando mal da pobre cidinha, porque afinal o ódio que sentem é comum. só que a Lurdinha também abomina uma tal de ritinha, mas a sua prima mariazinha, sabe-se lá por que cargas d'água, adora aquela vadia. aí no meio da conversa a lurdinha diz que a ritinha é uma puta. mariazinha toma as dores, xinga a lurdinha, larga a prima falando sozinha e fica de mal forever and ever.

Resumo da ópera: a mariazinha é uma imbecil. por quê? a saber:

1)perdeu a amizade da prima por conta de uma opinião dela, e não por algo que ela efetivamente tenha feito;
2)perdeu a chance de ter sido superior, dado uma risada e dito: "será? eu acho ela super legal!"
3)perdeu a chance de refletir a respeito. vai que a Ritinha é uma puta, mesmo. "e se for, qual é o problema? eu gosto da ritinha e foda-se."
4)perdeu a chance de refletir a respeito. vai que a ritinha é uma puta, mesmo. "e se for, pode roubar meu namorado. é isso aí, FORA com a puta da ritinha!!!".

e isso é continuação de algo que eu escrevi uns dois posts atrás. eu sou repetitiva e sem assunto. e, pra fim de conversa, quero que as opiniões e seus donos se fodam. (também já falei isso aqui milhões de vezes.)

&

é isso. falei falei falei e não disse nada do que queria dizer. se divirtam e escutem the monkees. e peçam às entidades divinas sumirem com a espinha do meu nariz antes que o nariz se torne a espinha.

ah, claro, eu estou fazendo um layout novo - já está praticamente pronto - mas só posso publicar quando meu norton deixar de fazer cu doce e desbloquear o blogger no meu computador. até lá. não sei.







DisorderRating
Paranoid:High
Schizoid:High
Schizotypal:Moderate
Antisocial:Moderate
Borderline:Very High
Histrionic:Moderate
Narcissistic:Moderate
Avoidant:Moderate
Dependent:High
Obsessive-Compulsive:High

-- Personality Disorder Test - Take It! --



Eu não a Melody, eu sou o Gabriel, e como não tinha mais onde postar, coloco aqui. Descobri que aparentemente sou muito problemático. Preciso de ajuda médica ou algo assim. Eu tenho um nível muito de borderline e eu nem sei o que é isso. E o pior é q eu respondi sério com ajuda nas questões do que as pessoas acham. Que triste. E ainda descobri que as pessoas me acham excêntrico. Que bom.





young bones groan and the rocks below say "throw your white body down"...

estou uma velhinha desde sempre. tô de saco cheio porque dias suados e calorentos como esse me fazem achar que eu já vivo aqui desde. desde que inventaram o tempo. ou o tempo se inventou. mas é que cansa mesmo. essa falta de vontade de acreditar na humanidade e essa falta de boa vontade da humanidade pra me dar chances de acreditar nela. não devo. eu sou só uma criancinha, tenho menos do que duas décadas da vida, eu tinha que estar planejando a nova revolução, como eu planejava ontem. a minha vontade de mudar o mundo, de criar escolas alternativas, de aprender filosofia-astronomia-literatura-música-história onde é que foi parar? a minha vontade de escrever coisas capazes de mudar as pessoas onde é que foi parar? não sei por que ralos elas escorreram. não foram os daqui de casa, eles estariam entupidos. não sei quem foi que as roubou de mim e - pior - não faço idéia se vão devolver. e sem lágrimas junto, por favor. estou cansada até disso. água com sal em demasia enjoa. e tem dias que nem mesmo ouvindo elvis.

(é claro que existe um certo sorriso e um certo abraço que ajudam pra caralho, mas disso eu nem sei falar - nunca soube)

...but I'm going to meet the one I love - at last! at last! at last!

***

|tome cuidado comigo ou eu como seu cérebro| há!





eu vou na sessão do descarrego. vou queimar meus inimigos na fogueira santa. vou me benzer. vou pra salvador procurar um pai de santo fodido. vou aceitar jesus no meu coração.
meus queridos, tá foda.



stay away from broken people

that's how the bollocks act. eles desperdiçam TODA e QUALQUER oportunidade de manter amigos, de agir de forma grande, de refletir e tirar conclusões, só porque "não gostaram do que ouviram". preferem ficar isolados em suas convicçõezinhas de merda, passar a vida atolados numa mediocridade viciosa. é difícil aceitar uma opinião quando ela vai contra tudo o que você acredita. só que são essas as únicas que realmente contam. porque são essas que nos movem, que nos fazem pensar, nos autoavaliar e reavaliar constantemente, questionar nossas crenças e crescer. quantas vezes uma opinião que, a princípio, me deixou horrorizada, me fez também refletir e concluir que ela não era, assim, tão horrível e era até bem fundamentada?

mas a maioria das lesmas rastejantes que atendem pela alcunha de "seres humanos" prefere se rodear de um exército de "vaquinhas de presépio", que dirão "sim, sim, salabim" para todas as besteiras que disserem. ou seja, de um monte de outras lesmas rastejantes, cujos neurônios só servem para deixar a cabeça com o peso certo. não é mais seguro quando sabemos que a platéia só tem flores nas mãos, ao invés de tomates? mas, sinceramente, se os puxa-sacos nunca são sinceros, qual é a porra da graça em abrir a caixa de comentários e afundar-se num mar de baba?


&

I'm lost, exposed.
stranger things will come your way
it's just I'm scared, got hurt a long time ago
can't make myself heard no matter how hard I scream.






a quem interessar possa:

*teste de fidelidade do joão kléber do-mi-na

*masturbação de porcos - aulas detalhadas com imagens explicativas, tratar com a dona do blog

*as aulas nem começaram ainda e o rio branco já me vem com uma surpresa nem um pouco agradável. é incrível como aquele lugar me faz mal. )o:


(melzinha adquirindo um ódio inédito dessa tal de ilhabela da princesa. pff. carnaval é algo completamente intragável)





Three names you go by:
1.Melody
2.Mel
3.Lucy


Three screen names you have had:
what the fuck?

Three things you like about yourself:
1.meu cabelo
2.meus pés
3.minha bunda (êêê)

Three things you hate about yourself:
1.minha voz
2.minha falta de jeito ao lidar com pessoas
3.minha preguiça de fazer qualquer coisa.

Three things you wish you had right now:
1.gabriel (onnn)
2.frio
3.meu cd do morrissey

Three things that scare you:
1.física
2.gente que diz realmente gostar de linkin park
3.gente em geral

Three everyday essentials:
1.música
2.coca-cola light
3.delineador

Three things you are wearing right now:
1.em par de chinelos havaianas cor-de-rosa
2.shorts cru (creme, bege, sei lá o nome dessa cor)
3. óculos escuros lindíssimos de estimação (ray-ban, uhú)

Three of your favorite bands/artists:
1.beach boys
2.smiths
3.the cure

Three of your favorite songs at present:
1.The first of the gang to die (Morrissey)
2. the end of the world (the cure)
3.free (frank não-sei-o-que-lá, um cara com um nome muito complicado que eu nunca lembro. ele é amiguinho do jack johnson, mas sua música é beeem melhor e bem mais despretensiosa)

Three things you want to try through next month:
1.acordar cedo (na verdade eu serei intimada a fazê-lo, por causa das aulas)
2.prestar atenção nas aulas de física
3.odiar menos a escola (pffff)

Two truths and a lie:
1.eu sou chata e burra
2.eu sou míope (por incrível que pareça, pouquíssima gente sabe disso, haha)
3.eu estou sambando em cima da mesa (dã)

Three physical things about the opposite sex that appeal to you:
1.costas
2.mãos
3.cabelo

Three things you just can't do:
1.cantar, pintar, desenhar, essas porras artísticas
2.ouvir linkin park
3.lidar com pseudo-intelectuais metidos a moralistas

Three of your favourite hobbies
1.escrever, e mal
2.dormir
3.comer

Three careers you've considered:
1.bióloga (porque eu sempre gostei de animaizinhos, onnn)
2.escritora (eu não tenho assunto o suficiente pra escrever nem um livro, imagine viver disso)
3.letras (porque literatura e inglês são as únicas matérias que eu suporto - e não, eu não me importo em morrer de fome)

Three places you want to visit for vacation:
1.irlanda (pra ver se eu encontro o bono, hahaha)
2.egito (ver as pirâmides, essa coisa toda)
3.eua (é, pra férias tá valendo)

Three things you want to do before you die:
escrever um livro, ter um filho, plantar uma... hein??? SE FODE.
1.viajar de carro pela europa
2.pular de bungee jump
3.morar longe de são paulo. beeeem longe.

foi rápido, até. que chato.






"ha-ha-ha
laugh. i'm funny.

i'm funny. i know it.

go ahead. laugh, i don't care."

(tirado de lost and delirious, filme lindo e sensível e triste e doloroso que todos deviam assistir, inclusive os amigueenhos-cinéfilos-intelectuais-que-sabem-o-nome-de-todos-os-diretores-de-cinema-do-mundo-e-assistem-a-filmes-iraquianos)

updates on me

minha vida é uma palhaçada. eu sou uma farsa. [frase clichê do dia:] façam um favor a mim e a vocês mesmo, riam da minha cara. eu? vivendo com uma mãe algoz (psicótica nas horas vagas), uma irmã psicótica (algoz nas horas vagas) e um pai déspota (médico nas horas vagas). muito preguiçosa pra qualquer coisa. pensando em começar a dieta do dr. atkins. não ofereça biscoitos.

***
well, i was fifteen, where could i go? with a soul full of loathing for stinging bureaucracy, making it anything other than easy for working girls like me. with my hands on my head i flop on your bed with a head full of dread for all i've ever said.
maladjusted, maladjusted.
there's nothing wrong with you.

&


postando de ilhabela (sim, eu sou nerd) e com um cabelo novo, yay.





estou sentindo todo um medo estratégico de 2005. o que é estranho, já que em todos os outros anos a sensação era "whatever, que se foda". sem contar que vai começar tudo denovo?

blé, que preguiça.





there's a light and it never goes out
there's a light and it never goes out
there's a light and it never goes out
there's a light and it never goes out
there's a light and it never goes out



(só mesmo os poucos que me amam para me considerar o seu TUDO, quando eu mesma me sinto a materialização do NADA.)





a verdade é que a vida passa rápido.

e a maior das verdades é que todos sabemos disso, mas ainda vivemos como se nunca fosse acontecer conosco.

aqui desse lado da tela todo mundo perdeu a capacidade de sonhar. minha mãe ri da minha cara quando eu digo que quero ir até o chile de carro e praticamente me chama de débil mental quando eu comento sobre ir morar sozinha o mais rápido possível.

ela quer pra mim a vida dela. um marido trabalhador, dois filhos, um apartamento com dois carros na garagem e de preferência uma tv de tela plana. eu não desejo nada disso. eu não me vejo casada e trabalhando num escritório fantasiada de empresária - me sentindo oprimida por uma roupa, how pathetic is that?

eu sei que é essa vida que a empresa do meu avô vai trazer pra mim. eu não quero isso. eu não quero chegar ao estado em que meu vô está agora, olhar pra trás e perceber que eu abri mão dos meus sonhos para corresponder aos sonhos de outrem. a diferença entre mim e meu avô é que ele chegou ao fim da vida tendo alcançado o que ele queria. ele queria a empresa e era feliz nela. era o sonho dele. eu apenas não vejo razão para continuar o sonho de outra pessoa só porque era meu parente.

os sonhos morrem com cada um de nós. a maioria deles morre antes.


and when you want to live,
how do you start?
where do you go?
who do you need to know?





Às vezes as pessoas deixam que os mesmos problemas as tornem infelizes por anos à fio, quando deveriam dizer apenas e daí? Essa é uma das minhas expressões favoritas; e daí? minha mãe não gostava de mim. E daí? Meu marido não faz amor comigo. E daí? Não sei como consegui sobre viver aqueles anos todos, antes de aprender esse truque. Custei muito a aprendê-lo - mas uma vez que a gente aprende, nunca mais esquece".
Andy Warhol

eu tenho dito e escrito menos palavrões e eu preciso de alguém com um pé na psicologia pra me dizer se isso é bom ou não.

meu avô está muito doente e eu duvido que ele viva muito mais do que alguns meses e a verdade é que eu ainda não sei como eu deveria me sentir em relação a tudo isso. é claro que alegria não é a palavra do momento, mas eu apenas não sinto nenhuma vontade de chorar quando penso no assunto. eu fico muito mais triste pelos que ficam aqui do que por meu avô ir embora. ele está muito fraco e eu não posso deixar de lado o fato de que a agonia de estar doente vai embora com ele. o problema é minha vó, que pela primeira vez desde que eu nasci chorou, e que vai ficar num apartamento novo, com mais da metade de suas coisas ainda encaixotadas, sem o marido com quem ela vive há sessenta anos. ela é a única da família que ainda não compreendeu que meu avô não vai se recuperar, nem voltar a trabalhar, mas meu pai e minha tia concordaram em não forçar nada, não a deixar mais triste do que já está, mesmo que isso implique num impacto muito maior quando meu avô realmente falecer.

nunca me ensinaram a me portar em relação à morte, muito menos quando é de alguém tão próximo e que conviveu comigo por tanto tempo. quando minha bisavó morreu eu só fiquei sabendo depois de tudo, e não senti nada - nenhuma dor, nenhuma sensação de perda. o mesmo com a minha tia-avó. eu nem fui ao funeral, ao enterro, ao nada delas. é claro que vai ser diferente, eu vou ficar infinitamente mais triste com a morte do meu vô, mas o meu medo é minha dor não corresponder à dor de todos ao meu redor. porque em não chorar eu não vejo problema. ninguém pode me culpar, nem me obrigar a sentir mais do que eu, naturalmente, já senti. mas me incomoda não me sentir tão afetada enquanto todos os outros estiverem sofrendo até o cu. nada me soa mais egoísta do que não compartilhar a dor das pessoas que eu amo.

e, independente da morte em si, há o escritório, que sempre foi comandado por meu avô e que, de repente, veio pras mãos da minha família. ninguém nunca me incentivou a me interessar pelo trabalho do meu avô. ninguém nunca me explicou direito pra que aquele escritório servia. e, agora, sem mais nem menos, quando eu já decidi o que eu quero estudar e quase decidi o que eu quero fazer, eu sou intimada a aprender e me preparar para herdar a empresa - que eu não sei como funciona, nem nunca quis saber. todos sempre acreditaram que meu avô ia viver pra sempre. ninguém nunca se preocupou em me familiarizar com um negócio que muito provavelmente seria meu, portanto os pouquíssimos planos que eu fiz não chegaram nem perto de comandar uma empresa de comérico exterior. e agora eu tenho que me acostumar com a idéia de talvez ter que abandonar tudo o que eu queria pra mim, pra tomar conta de algo que eu não vou gostar de fazer e que não vai envolver nem de perto o que eu queria estudar.

nada é certo ainda, talvez minha mãe dê conta do escritório sem mim, mas eu não posso apostar em nenhum time. tudo o que sei é que trabalhar permanentemente na empresa vai foder com as viagens que eu queria fazer, e com a intenção de morar longe daqui, e um monte de outras coisas que eu esperava - e que estava pronta pra fazer acontecer.

é incrível como em um segundo tudo que você pensa que sabe sobre sua vida e sobre você mesmo muda, em razão de acontecimentos que, no momento anterior pareceriam nunca te afetar. eu sei que é clichê, mas talvez aceitar alguns clichês faça parte de amadurecer e esse processo inclui não fazer planos nem ter expectativas - porque a verdade é que você não toma conta da sua vida por completo. sua onipotência sobre si mesmo pode desaparecer por qualquer motivo ínfimo, ou ser assoprada pra longe por alguém que você achava não ter nenhum poder sobre você.


(texto chato, eu sei, mas sobre assuntos que eu precisava colocar pra fora. blog cumprindo seu papel principal de válvula de escape)





Lembrei desse blog, lembrei da melody, lembrei de como nós eramos amigos e como infelizmente não convivemos mais juntos.

Lembrei de como e eu e ela desde o pré eramos melhores amigos e agora somos quase estranhos, de como separamos nossos caminhos mesmo se encontrando todo dia naquela escola.

É muito bom significar para algumas pessoas, mas é muito ruim ter que parar de significar para outras.

Saí deste blog e, infelizmente, não só dele.











então meu nome é melody. é um nome diferente e sempre causa uma reação escrota nas pessoas, do tipo oh-que-nome-lindo, ou ah-que-nome-exótico, ou como? melanie?, ou a-pior-cantada-do-mundo "juuuura? não acredito, sempre quis que minha filha chamasse melody". na maioria das vezes as pessoas simplesmente não entendem, então eu digo "me chama de mel" e essas pessoas devem morrer achando que eu me chamo melissa. meu nome é melody, né, mas tudo isso foi pra dizer que se eu me chamasse judy ia caber perfeitamente.

judy wrote the saddest song
she showed it to a boy in school today
judy, where did you go wrong?
you used to make me smile when I was down
judy was a teenage rebel
she did it with a boy when she was young
she gave herself to books and learning
she gave herself to being number one
judy, I don't know you if you're gonna show me everything

judy got a book at school
she went under the cover with her torch
she fell asleep till it was morning
she dreamt about the girl who stole a horse
judy never felt so good except when she was sleeping

judy, let's go for a walk
we can kiss and do whatever you want
but you will be disappointed
you will fall asleep with ants in your pants
judy, you're just trying to find and keep the dream of horses
and the song she wrote was judy and the dream of horses
you dream of horses

the best looking boys are taken
the best looking girls are staying inside
so judy, where does that leave you?
walking the street from morning to night
with a star upon your shoulder lighting up the path that you walk
with a parrot on your shoulder, saying everything when you talk
if you're ever feeling blue
then write another song about your dream of horses
write a song about your dream of horses
call it judy and the dream of horses
you dream of horses





everybody must get stoned

(x) Brilho Eterno - filme pra chorar chorar chorar e querer pintar o cabelo de laranja. Posso pintar o cabelo de laranja?

(x) O saxofone no final de You Are My Sunshine no Smile é qualquer coisa absurda. Me dá taquicardia e tremedeira e eu tenho que parar de fazer tudo e só escutar, porque é mágico. E depois ainda ficar respirando por uns cinco minutos, senão nada funciona.

(x) Resumo do reveillón? Is it wicked when you smile, even though you feel like crying? Even though you could be sick at any time?

(x) Sobre a história que causou polêmica: Não, eu não vou xingar ninguém. O engraçado é que "grande amiga" são duas palavras que só são usadas juntas para acusar alguém de não agir como tal. Isso pra mim é arrogância oca. Esqueçam tudo isso e concluam com as sábias palavras de Morrissey como sendo ditas por mim: Bigmouth strikes again - and I`ve got no right to take my place with the human race.

(x) Primeiro post de 2005, mas, shh, deixa quieto, ninguém viu.

(x) Escutem The Supremes e sejam felizes.


(notem que existem cinco menções musicais e que letras maiúsculas estão presentes)





às vezes eu esqueço quão tenebrosamente simples a felicidade pode ser.

dandy warhols é a banda da minha mais insandecida obsessão atual *preciso parar de ouvir e ir viver, obrigada*.