blogger bleed my body because I love you ... a murderous desire for love



bleed my body because I love you







Melody. 09/10/87.
16, clumsy and shy - that's the story of my life.

música. música, música, música. minhas pessoas. meus filmes. meus livros. minhas roupas.

anos 60. arquivo X. the beach boys. eyeliner. coca-cola. ufologia. combat boots. inglaterra. palavrões. ets. chuva. dormir. algo que eu não sei exatamente o que é, mas que faz toda a diferença.

bleed my body existe desde 15/4/2004. e contando.


***

[*] [*r.i.p.] [*] [*r.i.p] [*] [*r.i.p.] [*] [*] [*] [*r.i.p.] [*] [*] [*] [*r.i.p.] [*] [*] [*]

&





I wanna write myself on the walls of your heart * @ * livejournal. * hateblog * arquivos



do you believe in rock 'n' roll and can music save your mortal soul?
and can you teach me how to dance real slow?

♪ baker street - gerry rafferty

(ouvindo uma música e cantarolando outra.)

normal?





morro de medo do meu futuro, não sei nada do meu presente e meu passado me condena.

larga o que te arde e se joga aqui.

se manda pro tempo não te pegar.





comentários-não-funcionam. grr.

tava desacostumada com a instabilidade dos sistemas de comentários. droga.





[*]eu não vou surtar.
eu não vou surtar.
eu não vou surtar.
eu não vou surtar.
eu não vou surtar.

eu VOU surtar.

sei lá. desgraçadamente na bosta, I guess. torcendo pra não piorar.
o que vem na minha cabeça numa hora dessas? a santa trindade.
prozac-lexotan-rivotril

[*] quando é que meu blog virou esse circo? quando foi que eu deixei isso virar um show de aberrações?
ah, eu sei. foi quando eu linkei essa bosta de blog com a vida real.
não dá nem mais pra ser anônima nessa porra de intenet.
tománocu.





suicidal drops

(porque às vezes a imaginação vai embora antes da hora)

Ela entrou no apartamento e se sentiu pesada e infeliz. Odiava o silêncio ácido e desejava não sentir o cheiro mofado e requentado, parecia o cheiro do mistério que envove o espaço embaixo do sofá. Não parava de vazar, se perguntava por que as pessoas tinham de escorrer desse jeito. Não sabia de mais nada, só que o pai usava barbeador elétrico e que ela morava numa casa térrea.

&

então né. eu sei que você só vai ler isso mais tarde, talvez nem leia. tomara que nem leia. vou tentar não escrever muito, porque pra mim carta de eterno adeus precisa ser curta e grossa, que é pra ler e esquecer no minuto seguinte, mas pelo jeito eu vou escrever mais do que devo, pra variar. deixa quieto. eu sei que tanto faz, sei que estraguei tdo e você provavelmente não me ama mais, sei que já tá na hora de eu parar de chorar e ligar o "foda-se", mas sabe quando a gente acorda de manhã com um puta mau-humor e ri daquele jeito emburrado porque alguém consegue te arrancar uma risadinha? (olha eu aqui falando um monte e não dizendo o que eu quero - mais uma vez) então tá. vou parar de enrolar, mesmo sabendo que depois vai bater aquele_arrependimento_foda e "putz, não devia ter feito isso" e o caralho a quatro, mas enfim, eu vou desaparecer mesmo, não vai dar nem tempo. aiai. te amo. te amo! cara. merda, eu sei. mas sei lá. você é foda. fo-da. e eu tenho todos os motivos do mundo pra nem gostar de você, mas sabe? e que se foda. e-que-se-foda. meu discman quebrou, eu tô perdidona, e é isso que acontece quando se vive sem música, sabe como é. eu faço essas merda escatológicas tipo escrever essa mensagem. tudo bem. eu sei que você não vai entender a essência, pra você tem que ser tudo preto no branco, você não lê as entrelinhas - e tudo o que eu faço é escrever entrelinhas, que pena. que alívio. e só pra que você não se engane, eu vou embora, não daqui, não pra outra casa, eu sei lápra onde, na verdade. com sorte pra lugar algum, pra dentro da barriga quentinha dos vermes subterrâneos, só. eu sei lá. te amo. e não se fala mais nisso, pelamordedeus. thank you very much, você é foda, e me aturou por tanto tempo (me atura ainda, vai). tchau. que texto mais bêbado, cara. mas não se preocupe, eu não bebi. ficar bêbada na hora da morte é declassê e eu quero morrer sóbria e calma.

&

Tempos de morango, diria Clarice Lispector, mas a verdade é que os meus morangos já apodreceram faz tempo. Me deixa, que eu cansei dessa mudança de estações. Chega de me adaptar ao que otudo me dá, dessa vez o tudo é que se adapte à minha carne. Minha estação. Strwberry fields forever, eu sei, é que pra variar eu quero comer fruta-do-conde. Meu sangue é vermelho e agora tudo faz sentido.






post multi-uso. cada estrelinha é um estado de espírito. §bitter, sour, sweet and salty§

*sickened tired of my shitty life.
eu sei que é normal ter uma vida que é uma bosta, mas saber disse não faz doer menos.

*nada nunca dá certo pra mim. nunca. porque eu sou cagona e não corro atrás. porque eu acho que se eu estalar os dedos tudo se resolve. porque eu tenho medo de dizer que eu quero e ser mandada calar a boca e sentar com cara de patética. minha cagança FODE com a minha psique, eu sei. que merda.

*yay. nova regrinha: ouvir minhas músicas e sur-tar. música me tira da merda, me joga na merda, manda e desmanda na minha vida. diferente de pessoas. eu cago pra pessoas. e eu não tenho medo de morrer sozinha, não. mais de seis bilhões de pessoas nesse mundo, ficar sozinho é matematicamente impossível. então é assim: pessoas que só servem pra dar cabelo branco, esqueça.

*imaginem a cena: "manhêêê, contrata o melhor advogado do país pra processar aquela menina que me chamou de feeeia". eu nunca difamei ninguém. antes de processar por difamação na internet, é bom ter uma noção mínima do que é difamação na internet. isso soa mais como cárie no cotovelo, pra mim.





luzes amarelas e brilhantes
com gosto de pão-com-manteiga

quando é que minhas luzes vão deixar de ter gosto e cheiro e textura e serem luzes normais,
só coloridas?

a música da minha vida hoje:
tried living in the real world
instead of a shell
but before I began...
...I was bored defore I even began...






eu juro que não entendo.

um ser qualquer vive me mandando e-mail me xingando.

sim, eu sou inútil. sim, eu sou escrota. sim, eu sou burra, ignorante, feia e escrevo mal pra cacete. só não sou mal-comida - pelo simples fato de que, atualmente, ninguém me come.

nunca tive pretensão de literata ou intelectual. ibope eu já tive. esse blog aqui nem divulgado é. então, querido, não me venha com esse papo "aquela caixinha de comentários era pra dar ibope", porque NÃO era.

uy, acabou de cair a ficha. por e-mail você me xinga que é escondidinho, né. lá nos comments você sabe que meus amigos fodas iam te detonar (eu tenho a sorte de só ter amigos inteligentes, desenvoltos e que escrevem caralhamente bem - fica a eterna questão: o que será que eles vêem em mim?) e a humilhação ia ser pública. por e-mail você apanha sem ninguém ver.

darling, você é masoquista, por acaso? porque EU sou sádica, e me delicio ao te ver entrar aqui todo dia, sofrer lendo o que eu escrevo e fazer questão de voltar no dia seguinte. você só pode me amar, pra se auto-flagelar TANTO assim por mim. ou me odiar, o que é ainda melhor. ser odiada inflama meu ego de um modo que você NUNCA imaginará.

conhece aquela historinha de que tudo o que você fizer volta em triplo pra você? comigo essa lenda é efetivada, sugar. você me insulta, eu te insulto três vezes mais, com três vezes mais sarcasmo, três vezes mais inteligência e três vezes mais palavrões.

seu próximo e-mail será publicado, pra você parar com essa escrotice de se esconder atrás de uma casinha virtual.

o [x] do brownser, lá em cima, é a (única) serventia da casa.





[*] Esofagogastroduodenoscopia.

[*] Pintei minhas unhas de preto e, bom, ficou uma bosta.

[*] Caixinha de comentários solitária se recusa a funcionar. Cogitando a idéia de colocar comments permanentes.

[*] Consegui deletar o orkut. :-D

[*] Esqueci. Quando lembrar eu edito.





cansada dessa gente que se diverte com orkut. que considera harry potter literatura (e antes que me ataquem, pedro bandeira é literatura? então harry potter também não é). que diz que ama e no segundo seguinte diz que está em dúvida entre essa pessoa ou aquela outra. ou que afirma que nunca, mas nunca mesmo, vai gostar de alguém que fume. cansada de gente que acredita em finais felizes. ou em feitos um para o outro. gente que acredita que felicidade é um objetivo.

cansada dessa gente que considera viver uma palavra.

eu não acredito nesses acontecimentos que nasceram pra ser assim e não desviam de seu curso. odeio destino. acredito no caos que vai tomando jeito. no inexplicável que é óbvio, assim de repente, porque sim.

não sei o que é por acaso, ou coincidência. mas sei o que é inevitável. e que se aconteceu desse jeito, não foi por acaso, nem coincidência. mas foi inevitável. não porque era pra ser assim, não porque era destinado, simplesmente porque foi.

não quero saber de melhores dias de nossas vidas. nem de amores para sempre. nem de finais felizes.

[inserir reticências e um vazio inacabável aqui]





libertines de cu é rola. eu quero é the cure, meu.

second warning: caixinha de comments quatro posts abaixo. comentem lá, seus preguiçosos.

e, PELAMORDEDEUS, como se deleta sua conta no orkut?





sábado ruleou BIG time.

shopping com meu best friend gábi, encontrar antigo vizinho mala (eu tô viajando ou ele perguntou se nós iamos ao show do 50cents? pff), casamento - eu comi-dancei e ganhei CD do disc-jóquei por ter dançado bonitinho.

e o dj tocou - pasmem - the boy with the torn is his side. eu fui lá pedir mais smiths e ele me põe there's a light that never goes out, não por acaso uma das músicas da minha vida. infelizmente, o cd que eu ganhei não prestava. e quem foi o imbecil que inventou beatles-remixado? pelamordedeus.

lalala. hang the blessed dj, because the music they constantly play, it says nothing to me about my life... (panic, dos smiths)

< recadinho subliminar >
*quem* quiser entender entende.

"you don't have to be cool to rule my world
...
I just want your extra time and your . . . . . kiss"

"let me know that you are mine"

prince e beatles, respectivamente
< /recadinho subliminar >

|and stop me if you think that you've heard this one before|





existe uma caixinha de comentários dois posts abaixo. comentem, meu. especialmente vocês, que perdem tempo me mandando e-mail e me xingando. aqui existe a opção de ficar anônimo. vão lá, vai.





agora tem cineminha com o gabriel.

o gabriel é o cara que segura a minha mão quando eu tenho crises de choro patéticas.

o gabriel é o cara que faz parte do meu hateblog, no qual nunca ninguém escreve.

o gabriel é o cara que escreve resenhas fodônicas.

o gabriel é O_cara.

e deixa eu ir, porque eu sonhei que eu acordava em cima da hora, e resolvia pintar o cabelo, e me atrasava, e ele não tinha celular, e eu não sabia o que vestir, e não podia avisá-lo do atraso, e ele ficava bravo comigo pra sempre.

:o)

mel mode sweet 'n' stupid.





exclusivo desse post
isso é uma caixinha de comentários:

bang bang. you're SO_fucking dead.

dependência, vício, virtude, ápice, abandono e fundo do poço. eu tenho um corpo que não faz sexo, uma juventude perdida, um coração partido, um blog que ninguém entende e uma infinidade de idéias que não saem do papel. morram de inveja.

a partir de hoje internet pra mim se resume a blog-msn-email. eu ainda pretendo aprender a mexer muito sério no livejournal um dia. como é que se deleta aquela porra de orkut?

ah, sim. gente escrota que acha que eu me importo. FODA-SE. eu não fico triste porque gente assim chama meu gosto de brega. gente que não sabe quem é brian wilson e não faz a menor idéia do que É, de fato, música brega. you know, gente que considera brega anything que não se assemelhe a charlie brown jr. AH, esses vazios existenciais preenchem a MINHA alma. é bom ver que existe gente mais podre do que eu nesse mundo. e logo ali, do meu lado. só tome cuidado pra não chegar muito perto, mel, ou esse buraco negro te suga lá pra dentro.

é isso. srta darkskies em crise. (menção honrosa ao gênio que me mandou essa: "você devia ser menos a srta darkskies e mais a mel". até onde eu sei, elas são a mesma pessoa)

[e, UY, eu escrevi .]





tudo bem. as usual, o daniel posta FODAMENTE logo antes de eu escrever alguma merdinha insignificante.

puta da vida com tudo e com todos. |parece cocaína, mas é só tristeza|

eu não consigo dar upload de arquivo nenhum nessa joça, então ESQUEÇAM a fotinho foda dos meus cds.

e essas noites sem luar me deixam desesperadamente triste.





CÂNTICO NEGRO

-- um poema de JOSÉ RÉGIO



"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?


Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.


Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...


Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.


Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!







tá bom. eu SEI que eu sou um ímã pra gente indesejável. mas vocês bem que podiam me dar uma folga, não?

god. quarta-feira = worst day EVER.

e eu queria contar, mas tô com preguiça.





Teve gente achando que eu dizer que queria a cara da Nicole Kidman foi um tanto quanto sugestivo. In a bad way.

Eu explico, crianças. Particularmente acho a Jennifer Connely bem mais bonita do que a Nicole. Eu não estava querendo massagens no ego, do tipo "ah, mas você é linda".

Eu já me acostumei com o fato de que não sou tão bonita quanto seria útil nem tão inteligente quanto deveria ser. Já me acostumei em ser a menina sem sal. A menina que não tem exatamente nada especial. A menina que é esquecida assim que sai da sala. Eu não ligo. Nunca liguei.

Eu sei que não ligo. E confesso que até me importei por um certo período de tempo. Durante o tempo em que eu queria ser algo na vida. Eu tinha planos. Mas durou pouco. Agora eu sei que não ligo se não passar de ano. Sei que as minhas chances de passar no vestibular são remotas. Sei que se dependesse de mim nem na escola eu estaria mais, mas continuo lá porque existem expectativas. De outras pessoas. As minhas morreram faz tempo.

Também sei que eu não devia ligar para as expectativas dos outros. Mas eu ligo. Eu ligo porque se eu disser "Ah, mas eu nem quero fazer faculdade" minha mãe fará TAL terror psicológico que é capaz de eu precisar de terapia para me recuperar. Eu ligo porque eu lembro a cara de desaprovação dos meus pais quando eu peguei minha primeira recuperação e, embora EU não me importasse com aquela nota baixa no meu currículo escolar, era minha mãe que eu estava desapontando. E ela fez questão de deixar isso BEM claro.

Eu percebo o desapontamento até quando eu dou demonstrações de não querer colecionar nominhos no meu círculo social. Outro dia, no clube, ela comentou o meu descaso para com velhos amigos. Eu dei de ombros. "É bom ter amigos, Melody". "Eu tenho amigos, mãe. Eles só não estão aqui".

Acho que coesão não é meu forte.





♪ "she's going to break your heart in two, it's true" ♪

lalala. há quanto tempo vocês não viam dois posts no mesmo dia aqui, hein? hein?

sei lá. acho homem cozinhando sexy as hell.





meus amigos sumiram do planeta terra.

e essa alegria toda dói, sabe. nem sei por quê.

eu tô leve, mas meus pés são duas bigornas. como um milhão de baratas dentro do estômago. seis milhões de patinhas nojentas. um milhão de boquinhas comendo todos os restos que ficaram dentro de mim. comendo a sujeira, mas botando ovinhos. como mofo dentro do peito.

meus peixinhos coloridos estão indo embora um a um no maior ato de canibalismo já testemunhado por mim. de vinte para dois em uma semana.

mas eu tô bem.
como quando ele leu meu texto e perguntou se aquele "me faz companhia" do final era pra ele.
"não, faz parte do texto." - aquela satisfaçãozinha maléfica.
"ah."
saber que eu não tinha respondido o que ele queria ouvir.
saber que eu nunca dizia o que ele queria ouvir.

chega uma hora em que você cansa de lutar. não que eu estivesse lutando, pff. mas você cansa de parecer, de tentar, de encaixar o que não encaixa. nem nunca vai encaixar. chega uma hora em que o que está dentro vale muito mais do que a aparência.

conclusão clichê, mas dane-se. eu estou cheia das conclusões clichês, esses dias.






purple rain, purple rain.


mel, a menina-elevador.

tava lendo os arquivos do meu outro blog e, meo deos ao cubo. é claro que uma certa pessoinha se acreditou a última coca-cola do deserto depois daquilo. ainda bem que eu EXORCISEI tudo que tivesse qualquer relação com ele.

enterrei capítulos repetidos dessa novelinha "vamos-ferrar-a-mel". por causa dessas pessoas eu tomei muitas atitudes das quais me arrependo. não mais. o padrão de comportamento, doravante, será o da NÃO-ATITUDE.
e eu era retardada sim, idiota sim, revoltada sim, mas era divertido ser isso tudo, lalala...

"Não é livre que me sinto livre
Nas ruas,
Nas praças,
No vento
É como se tivesse asas e medo de altura.
Minha liberdade é de outra natureza
E eu, caramujo de marfim,
Não sou retrato,
Não sou reflexo,
Não sou igual.
De nada preciso; me basto
Não preciso de amor porque sou meu próprio amor
Não preciso de amigo porque sou meu próprio amigo
Não preciso de dinheiro porque sou meu próprio trono
Medo? apenas de me prenderem fora desta santa clausura,
Uma vez descoberto o meu erro."

mantrinha da felicidade.

eu tô TÃO na boa.